Biofixação de CO²

Microalgas e CO2

Emissões de CO2 e outros gases causadores do efeito estufa por industrias "carbono intensivo" tem grande impacto nas mudanças climáticas que afetam a vida em nosso planeta. Empresas líderes em Sustentabilidade Ambiental no Brasil e no mundo buscam por soluções de mitigação de suas emissões, através de estratégias "pré-combustão" (uso combustíveis mais limpos) e "pós-combustão". Microalgas tem a capacidade de biofixação de CO2 em sua biomassa e representam hoje uma das alternativas mais promissoras para o enfrentamento do aquecimento global:
Setores como a produção de cimentos, siderurgia e geração de energia termoelétrica a partir de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás natural) podem se beneficiar de estratégias de biofixação de CO2 por microalgas.

Legislação Ambiental

Autoridades governamentais em todo o mundo estabelecem regras cada vez mais rígidas para estas emissões:

  • O Governo do Estado de São Paulo tem estabelecida uma meta de redução de emissão de gases do efeito estufa para 2020, de 20% sobre o ano base de 2005.
  • O Governo Norte-Americano, através do Clean Air Act (2013) tem como meta a redução de emissões no setor de geração de termoeletricidade de 30% até 2030.
A Algae Biotecnologia antecipa-se a estas metas e desenvolve já hoje as tecnologias de biofixação de CO2 que deverão ser utilizadas em escala industrial, dentro de poucos anos.


Estudo de Caso: Projeto de BIOFIXAÇÃO DE CO2 ALGAE / INTERCEMENT

O Projeto de Biofixação de CO2 da InterCement representa uma iniciativa pioneira para investigação do potencial e viabilidade do uso de microalgas na mitigação das emissões do setor de indústrias cimenteiras no Brasil. Com base em um Acordo de Desenvolvimento Tecnológico envolvendo também a UFSCAR-SP, UFSM-RS e UFC/Labomar-CE - a Algae Biotecnologia implantou e opera uma planta pré-piloto de Biofixação de CO2 em sua sede em Piracicaba e deverá implantar e operar uma planta em escala piloto em uma das industrias da InterCement a partir de 2016.